Servidores do TJPB serão capacitados no uso do Processo Judicial eletrônico (PJe) a partir de setembro

Capacitação será iniciada no Fórum Cível da Capital e, posteriormente, será ministrada em outras comarcas do Estado

 

No próximo mês de setembro, o Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e a Escola Superior da Magistratura (Esma) iniciarão, pelo Fórum Cível da Comarca de João Pessoa, o programa de capacitação no Processo Judicial Eletrônico (PJe) para os analistas e técnicos judiciários. A formação busca à melhoria dos serviços prestados nas atividades cartórias.

 

Na manhã desta sexta-feira (24), foi realizada uma reunião entre os membros da Instituição de Ensino e da Ditec para discutir o cronograma de atividades. A capacitação será distribuída em três módulos: básico, intermediário, e avançado, com carga horária total de 12 horas-aula teóricas. Posteriormente, haverá um momento personalizado de aula prática para tirar as dúvidas remanescentes em laboratório a ser montado na Esma.

 

De acordo com o diretor adjunto da Escola, juiz Eduardo José de Carvalho Soares, a melhoria dos serviços prestados à sociedade está diretamente vinculada à constante qualificação e na compreensão do papel dos servidores públicos na missão institucional do Judiciário estadual, que é concretizar a Justiça, por meio de uma prestação jurisdicional acessível, célere e efetiva.

 

O programa se constitui em um dos instrumentos de desenvolvimento de recursos humanos das unidades judiciárias do Tribunal de Justiça da Paraíba”, disse o magistrado. Ainda segundo o diretor adjunto, o curso também será ministrado para os servidores das demais unidades do Fórum da Capital e das outras comarcas do Estado.

 

A reunião contou, ainda, com a presença do diretor do Fórum Cível da Capital, juiz Carlos Antônio Sarmento; dos gerentes da Esma Rosa Virgínia Scarano (Formação e Aperfeiçoamento de Servidores) e Paulo Romero (Acadêmico); e dos servidores Ney Robson (Ditec), Aluysio Moura (Fórum Cível) e Domício João (Bayeux).

 

Por Marcus Vinícius