Desembargador Marcos Cavalcanti lança sua 26ª obra literária, ‘Oligarquias do Vale do Mamanguape’

O diretor da Escola Superior da Magistratura (Esma), desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, lançou, no dia 26 de setembro, o livro ‘Oligarquias do Vale do Mamanguape’. A nova obra do magistrado retrata a história da política na região, nos séculos XIX e XX. Entre os personagens, deputados provinciais, senadores e governadores, passando dos Almeida e Albuquerque, Barão de Mamanguape, Castro Pinto, Fernandes de Lima e Lundgren, até nomes recentes.

 

Este é 26º livro escrito pelo desembargador Marcos Cavalcanti, que, ainda, tem uma peça teatral. O trabalho literário tem editoração do programador visual Martinho Sampaio, e capa de Modesto Cavalcanti. A revisão de texto é do professor Ivan Costa e a apresentação do jornalista Valter Nogueira. O livro tem 632 páginas, com 10 capítulos.

 

Na obra, o autor revela que o Município de Mamanguape ocupou lugar de destaque no cenário social, político e econômico da Paraíba, notadamente na segunda metade do século XVIII, época em que a cidade alcançou seu apogeu. Com o desenvolvimento, Mamanguape passou a rivalizar com a Capital da Paraíba.

 

O eixo comercial e cultural entre Mamanguape e Recife, que desde a colonização da Paraíba existira, ficou mais forte com o crescimento econômico do Município”, afirmou o desembargador Cavalcanti. Segundo o escritor, esse eixo projetou Mamanguape nas artes cênicas, no que foi pioneira no Estado.

 

Oligarquias do Vale do Mamanguape’ retrata além do crescimento vertiginosamente em função da exportação e importação através do Porto de Salema, situado no então distrito de Rio Tinto; passando pelo período de decadência nos engenhos de cana-de-açúcar; até o retorno do progresso no Município com a chegada da fábrica de tecidos e instalação de uma usina de açúcar, dentre outros.

 

O livro tem espaço dedicado a galeria de fotos de pessoas ilustres de Mamanguape, bem como aborda os municípios de Jacaraú, Mataraca, Itapororoca e Rio Tinto, que integram a região.

 

Obras publicadas – Enfiteuse, Hagiografia Carmelita, Lei de Execução Fiscal, História da Ordem Terceira do Carmo da Paraíba, Coletânea Carmelita, Nobiliarquia Mamanguapense, Mamanguape: apogeu, declínio e ressurgimento, História da freguesia de Mamanguape, Personalidades do Mundo Jurídico e Político, Poder Judiciário: História da Comarca de Mamanguape, Processos e Julgados históricos da Paraíba, As Primeiras Damas, Complexo Arquitetônico Carmelita da Paraíba, Centenário de nascimento do historiador José Fernandes de Lima e História da Comarca de Mamanguape.

 

Outras obras escritas pelo autor são: Historiografia da Academia Paraibana de Letras, Centenário de nascimento do desembargador Luiz Sílvio Ramalho, História do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, Um homem dedicado à Justiça – Desembargador Heráclito Cavalcanti Carneiro Monteiro, João Suassuna – Um magistrado que governou a Paraíba, Processos e Julgados históricos da Paraíba – Violência Contra a Mulher, e Hagiológio dos Santos Carmelitas – Organização do Prior da Ordem Terceira do Carmo – 1ª edição.

 

Ainda constam os livros Hagiológio dos Santos Carmelitas – Organização do Prior da Ordem Terceira do Carmo – 2ª edição, Um homem de visão futurista – Arquimedes Souto Maior, e o romance A Preta Gertrudes. O magistrado escreveu, também, a peaça teatral O julgamento da Preta Gertrudes.

 

Por Marcus Vinícius/Ascom-TJPB