Esma vai lançar nova edição da ‘Revista: Direito, Política e Desenvolvimento’ neste segundo semestre

Notícia

Estão aptos a colaborar magistrados, servidores e pesquisadores das áreas

Escola Superior da Magistratura

A Escola Superior da Magistratura (Esma) vai lançar, neste segundo semestre, o Volume II da ‘Revista: Direito, Política e Desenvolvimento’. A publicação de cunho científico é um incentivo para a produção acadêmica. Estão aptos a colaborar magistrados, servidores do Judiciário e pesquisadores das áreas afins e conexas em Direito, Política e Desenvolvimento, que devem enviar seus trabalhos até o dia 29 de setembro.

A Esma publicou, na edição do Diário da Justiça eletrônico desta quarta-feira (16), Edital nº 08/2017 informando o processo seletivo para submissão de artigos científicos para publicação. O envio dos trabalhos deve ocorrer por meio do e-mail [email protected].

De acordo com o diretor da escola, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, o lançamento do periódico está previsto para dezembro. “A revista destina-se à publicação de contribuições inovadoras e inéditas, de impacto acadêmico e/ou institucional”, disse o desembargador.

O Diário da Justiça traz, ainda, Portaria nº 05/2017, assinada pelo diretor da Esma, constituindo a Diretoria Editorial da Revista. A equipe é composta pelos juízes Eduardo José de Carvalho de Soares, José Herbert Luna Lisboa e Wladimir Alcibíades Marinho Falcão Cunha, além dos professores e mestres Fredys Orlando Sorto, Manoel Alexandre Cavalcante Belo, Maria do Socorro Silva Aragão e Hildeberto Barbosa Filho.

A revista terá periodicidade anual, podendo ter edição especial, e será composta das seguintes seções: editorial/apresentação, artigos científicos na seara do Direito, da Política e do Desenvolvimento e resenhas. Além dessas, também poderá trazer, quando for o caso, trabalhos apresentados em congressos científicos, comunicação de pesquisas em andamento (resumo) e concluídas, resumos de dissertações e teses e projetos de boas práticas com resultado positivo, em forma de texto.

Dentre as normas estabelecidas para formatação dos trabalhos estão a não identificação do autor no trabalho original, com vistas à manutenção do anonimato no processo de avaliação; todos deverão ser escritos em Língua Portuguesa; e os originais deverão ser apresentados em arquivo eletrônico, digitados de acordo com as normas de documentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e de acordo com o artigo 14 da Resolução nº 10/2017 do Tribunal de Justiça da Paraíba.

Maiores informações ou esclarecimentos que se fizerem necessários, o interessado deve acessar o DJ, na página 11.

Por Marcus Vinícius