Enfam destaca comprometimento e qualificação da Esma na realização de cursos

 

A juíza federal e secretaria-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), Cíntia Menezes Brunetta, por meio de ofício, comunicou o comprometimento da Escola Superior da Magistratura (Esma) em oferecer cursos com qualidade. O reconhecimento é decorrente de relatório de acompanhamento promovido pela Enfam, que admitiu na formação ‘Os Novo paradigmas e fronteiras do Direito Civil’, que a Esma está em consonância com os normativos da entidade.

 

De acordo com a magistrada, as formações promovidas pela instituição de ensino são voltadas para o desenvolvimento de competências profissionais necessárias para uma atuação segura, visando a prestação jurisdicional de excelência, e o esforço para cumprir as exigências expressas nos normativos da Enfam. “Cabe elogiar, além do desenvolvimento da ação educacional, o trato com os alunos e o acolhimento da equipe da Enfam”, disse a secretária-geral.

 

A capacitação, na modalidade presencial, teve como público-alvo os magistrados do Judiciário estadual. A ação educacional teve como principal objetivo possibilitar que os juízes tivessem uma percepção mais aguçada dos novos paradigmas que orientam as clássicas instituições de Direito Civil, de acordo com os fenômenos da constitucionalização e da humanização, que lhes conferem uma perspectiva menos centralizada na proteção do patrimônio e mais voltada à tutela da pessoa humana e de seus valores existenciais.

 

Consta do relatório, ainda, que a Esma possui boa estrutura física, com salas confortáveis e adequadas à ação educacional, bem como a Enfam se disponibiliza a contribuir com trabalho a ser realizado pela instituição de ensino.

 

Para o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, diretor da Esma, o reconhecimento e elogio da Enfam é um atestado de exercício do dever cumprido pela realização de um trabalho sério e comprometido com a formação dos magistrados e servidores do Tribunal de Justiça da Paraíba e do mundo jurídico.

 

Por Marcus Vinícius