Convênio Esma/TJPB e UFPB para curso de especialização em Direitos Humanos

Notícia
Des. Saulo Benevides, diretor da Esma

TJPB e Esma firmam convênio com UFPB para realizar curso de especialização em Direitos Humanos 

 

O Tribunal de Justiça da Paraíba, através da Escola Superior da Magistratura (Esma), firmou convênio com a Universidade Federal da Paraíba para a realização do Curso de Especialização em Direitos Humanos, Econômicos e Sociais. O anúncio foi feito pelo desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, diretor da Escola, durante a sessão do Pleno, na manhã desta quarta-feira (9). A aula inaugural do curso, que será ministrada pelo professor da UFPB, Enoque Feitosa Sobreira Filho, acontecerá na próxima sexta-feira (11), a partir das 19h, na sede da Esma, no Altiplano.

 “Nós já estamos na perspectiva de, nesse convênio com a Universidade Federal, chegarmos a um curso de mestrado. O nível dos professores é muito elevado, todos são mestres e doutores. Vai ser um curso, sem dúvida nenhuma, que marcará a história da Escola da Magistratura e do Tribunal de Justiça”, ressaltou Saulo Benevides.

 O desembargador acrescentou ainda que, durante a abertura do curso, haverá o lançamento de dois livros que tratam sobre Direito Econômico da Energia e do Desenvolvimento e Direitos Humanos em integração na América Latina, respectivamente.

 Ainda durante a sessão do Pleno, o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, enalteceu o trabalho que vem sendo desenvolvido pela equipe administrativa da Esma, principalmente em relação aos cursos que serão realizados, dentre eles, o de Técnicas de Mediação e Habilidades Autocompositivas.

 “Realmente, é um abrir horizontes para o juiz. Serve não só para o magistrado, como também para o desembargador, para que tente sempre a conciliação, até mesmo no seu dia a dia, no seu contato com os colegas, com os pares, com os servidores. É realmente um curso para pacificar a mente, ainda monocrática, ainda um pouco de decidir, de impor, do magistrado. É a ideia de ouvir as partes, de conciliar e ver que uma pacificação do direito resolve muito mais do que uma sentença, que é sujeita a recursos, a embargos, a inconformação e novos litígios”, destacou Márcio Murilo.

 TJPB/Gecom/Lila Santos