Magistrados, servidores e assessores estão participando de cursos promovidos pela Esma

Notícia

Magistrados, servidores e assessores do Poder Judiciário estadual estão participando das aulas dos cursos ofertados pela Escola Superior da Magistratura (Esma) para este mês. Foram disponibilizadas 157 vagas pela Gerência Acadêmica e de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores e as aulas ocorrerão até o mês de junho na modalidade de ensino a distância (EaD), por meio das plataformas Zoom e Moodle.

As capacitações disponibilizadas são: Formação de Formadores – Desenvolvimento da prática docente no contexto da magistratura, Informática Básica, Sistema de Proteção dos Direitos Humanos e Controle da Convencionalidade. Já as aulas, de forma presencial, do Curso de Formação Inicial para os Magistrados nomeados no 53º Concurso para Juiz Substituto do Tribunal de Justiça da Paraíba serão realizadas até o mês de agosto.

O Curso Formação de Formadores aborda os fundamentos pedagógicos - diretrizes da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) - e do planejamento pedagógico e de ensino, além do plano de ensino e metodologias ativas. Nas aulas de Informática Básica estão sendo apresentados a formação de conceitos básicos de informática, do acesso ao portal do TJPB e a instalação de programas para o teletrabalho, além do sistema operacional Windows e a utilização do LibreOffice, drive do TJPB, utilização de sistemas do TJPB e instalação de programas auxiliares. 

Já o curso para os seis novos juízes do TJPB busca proporcionar aos participantes, a formação inicial necessária para atuação em comarcas do Estado, desempenhando as competências específicas, cognitivas e comportamentais, de forma a exercer seu mister com ética, segurança e eficiência.

A formação, ainda, contempla o conteúdo programático mínimo proposto pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), além da inserção de outras temáticas de interesse do Tribunal de Justiça da Paraíba, sem perder de vista as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que recomenda o alinhamento com as demandas resultantes do novo contexto social.

Por Marcus Vinícius